27.3.17

CAMISARIA COLOMBO


Foco em atender as necessidades do homem moderno de forma conveniente, prática e com qualidade. Foi assim que a CAMISARIA COLOMBO se tornou uma das mais tradicionais marcas de moda masculina do país, com 100 anos de atuação no mercado. Em qualquer uma de suas lojas é possível encontrar tudo em moda masculina para quem deseja se vestir bem pagando pouco por isso. 

A história 
Tudo começou com um libanês de origem humilde que chegou ao Brasil com sua família. Seu sonho era construir uma vida nova e digna, no país desconhecido. Foi assim que, no mês de outubro de 1917, Aziz Jabur Maluf abriu as portas de um pequeno comércio de moda masculina. Na modesta loja localizada na esquina das ruas Direita e Líbero Badaró, no centro de São Paulo, o comerciante vendia gravatas italianas, camisas finas e ternos confeccionados com tecidos importados da Inglaterra. A clientela era composta principalmente pela elite paulista, que podia pagar os altos preços dos produtos importados.


Por mais de sete décadas a CAMISARIA COLOMBO teve somente um ponto de venda, mas com seus produtos de alto padrão e qualidade conquistou um enorme público fiel, com clientes como o ex-presidente Jânio Quadros. Tudo começou a mudar quando Álvaro Jabur Maluf Júnior, neto do fundador, assumiu o comando da empresa. Juntamente com seu irmão, Paulo, elaborou todo projeto de expansão, que começou com a inauguração de uma loja no Shopping Ibirapuera, no bairro de Moema, em 1990. Com a abertura de mais dois pontos de venda na capital, os dois resolveram estender as atividades da rede para o interior paulista e, posteriormente, outros estados. Mas para transformar uma grife tradicional em uma das maiores redes de vestuário masculino do mercado brasileiro, os irmãos desenvolveram o conceito de “moda inteligente”, que consiste em oferecer produtos com a qualidade responsável pelo tradicionalismo da marca, a preços justos. Ou seja, até então sinônimo de moda masculina elegante, a COLOMBO fez uma opção preferencial pelos consumidores das classes emergentes. Essa foi a fórmula que popularizou a marca junto às classes B e C, garantindo sucesso ao plano de expansão da empresa. A política do “preço justo” acabou se transformando na plataforma de crescimento da empresa.


Sempre atenta às tendências do mercado, a COLOMBO também foi a primeira rede de vestuário masculino a oferecer kit com preços promocionais – camisa, calça e sapato, por exemplo. Iniciativa que, além de ser copiada pela concorrência, se tornou uma exigência dos consumidores. Também inovou ao, em 2005, se tornar a primeira empresa do Brasil a implantar um sistema de cotas para negros e afros descendentes em seu quadro de funcionários. A partir desse momento, a empresa implantou um agressivo plano de expansão. Até o final de 2007, mais 15 lojas foram inauguradas. A marca também passou a investir em marketing, como por exemplo, ao completar 90 anos, em 2007, com uma campanha publicitária estrelada pelo ator Marcos Pasquim. No final de 2009 a rede já contava com 198 lojas em 23 estados brasileiros.


A partir de 2010, a marca ingressou em outros segmentos da moda, como calçados masculinos, relógios, moda infantil e feminina (COLOMBO WOMAN). E para continuar crescendo, a empresa vendeu 49% de suas ações para a Gávea Investimentos. Com novo aporte financeiro, a COLOMBO continuou seu acelerado processo de expansão, com média de 50 lojas inauguradas por ano. Em 2015 já eram 428 unidades. Além disso, contratou garotos-propaganda de peso como o ator Caio Castro e o apresentador Rodrigo Faro. Mas toda essa expansão e investimento tiveram um alto custo. Após a recompra de 49.9% das ações pelos irmãos Álvaro Jabur Maluf Júnior e Paulo Jabur Maluf, e depois de uma fracassada e conturbada negociação com o empresário paulista Mario Garnero, a COLOMBO se viu em apuros, com dívidas gigantescas. Com isso, a empresa passou por uma enorme reestruturação, pediu recuperação extrajudicial e, somente em 2016, fechou 90 lojas. Tudo para voltar a ser lucrativa.


Sempre preocupada com o bem-estar e em proporcionar melhorias aos seus clientes, a marca inova também com tecnologia têxtil, tecidos novos, cortes mais finos e estruturados, para facilitar o caimento e movimento. Peças básicas, que não saem de moda e que o consumidor vai utilizar no dia-a-dia do trabalho ou do lazer, são encontradas o ano todo nas lojas da rede. Além do básico, a marca também conta com uma linha Premium que traz novidades a cada estação. Um dos pontos fortes da COLOMBO é sua identidade. Ao longo dos anos, tornou-se conhecida como a marca ideal para o homem inteligente.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. A principal foi a modernização da tipografia de letra, mas sempre mantendo a coroa como símbolo visual.


Os slogans 
O Brasil veste esta marca. 
O estilo que conquista. 
A moda inteligente. 
O espaço da moda.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: Outubro de 1917 
● Fundador: Aziz Jabur Maluf 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Q1 Comercial de Roupas S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Warley Pimentel 
● Faturamento: R$ 370 milhões (2016) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 320 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 2.000 (incluindo franqueados) 
● Segmento: Moda (varejo) 
● Principais produtos: Ternos, camisas, calças, gravatas, calçados e acessórios 
● Concorrentes diretos: Aramis, Dudalina, Brooksfield, Vila Romana, Harry’s, Luigi Bertolli e Cia. do Terno 
● Ícones: A coroa 
● Slogan: O Brasil veste esta marca. 

A marca no Brasil 
Atualmente a COLOMBO, uma das maiores redes de moda masculina do país, conta com 320 lojas espalhadas por 26 estados brasileiros, que oferecem roupas e acessórios para homens, mulheres e crianças. A COLOMBO vende mais de 300.000 ternos por ano. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico, Estadão e Folha), portais de notícias (Portal Fator), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 27/3/2017

14.3.17

PAULANER


Feita em Munique, apreciada em todo o mundo. A popularidade da cerveja PAULANER se estendeu além dos limites da cidade de Munique. O prazer especial de uma boa cerveja, o mestre cervejeiro altamente qualificado e o famoso estilo de vida bávaro, são apenas alguns fatores que contribuem para o sucesso da marca PAULANER, local e internacionalmente. Por isso, a marca tem representado a melhor arte de Munique na fabricação de cerveja desde 1634. 

A história 
Forçados a jejuar e se alimentar apenas de pão e água no período da Quaresma, os monges do mosteiro de Kloster Neudeck, no distrito de Au, decidiram que a cerveja poderia ser produzida como “pão líquido”, não violando seus votos. O “pão líquido” dos monges se tornou a primeira Double Bock da história (variedade bastante forte de cerveja), batizada de PAULANER SALVATOR. A partir de então, os monges empreendedores mudaram a história cervejeira para sempre. O nome “Paulaner” tem raízes na Ordem dos Mínimos (Paulaner Orden, em alemão), uma ordem religiosa fundada por São Francisco de Paula (o Santo, inclusive, aparece no logotipo da marca) na Neuhauser Straße em Munique no século XVI. A cerveja que sobrava eles doavam aos pobres ou vendiam nas tavernas do mosteiro. À medida que mais e mais habitantes de Munique começaram a apreciar os benefícios da cerveja dos monges, no dia 24 de fevereiro de 1634 (uma data especial para a cervejaria) produtores locais apresentaram uma queixa ao prefeito para proibir os monges de vender sua cerveja caseira. Mas eles não obtiveram êxito. Esta primeira referência oficial é até hoje considerada a data de fundação da cervejaria PAULANER e tem sido uma parte vital da cultura, tradição e história de Munique desde então.


Em 1773, o Monge Valentin Stephan Still, também conhecido como Brother Barnabas (ou Irmão Barnabás), se juntou ao mosteiro como mestre cervejeiro. Sua abordagem inovadora à fabricação de cerveja estabeleceu novos padrões de sabor, qualidade e digestibilidade. Ele foi o responsável por criar a receita de uma cerveja mais forte que fez sucesso pelas ruas de Munique. A partir de 1780, os monges de Kloster Neudeck foram oficialmente autorizados a vender cerveja sem restrições. Com isso, no final do século, a produção anual dos monges já era quatro vezes maior do que a de outros cervejeiros da cidade. Porém, em 1799 a Abadia de Kloster foi transformada em prisão e a cervejaria PAULANER adquirida, em 1806, pelo mestre cervejeiro Franz Xaver Zacherl, que continuaria a tradição dos antigos monges elaborando uma cerveja tipo Starkbier que recebeu novamente o nome de SALVATOR. Em 1837 aconteceu um fato importante: o rei Ludwig da Baviera declarou a cerveja PAULANER SALVATOR um artigo de luxo, tamanha a sua qualidade. Outro fato inusitado aconteceria em 1844, quando Munique viveu sua primeira “revolução da cerveja”. Isto porque, mais de 2.000 cidadãos protestaram contra o aumento do preço da cerveja quebrando janelas e destruindo móveis e equipamentos nas cervejarias vizinhas. A PAULANER permaneceu intacta, presumivelmente porque sua cerveja era muito boa.


Em 1881, a cervejaria acompanhando os novos tempos introduziu tecnologias mais recentes, como por exemplo, uma das primeiras máquinas de refrigeração, criada por Carl von Linde. Com isso, a cervejaria foi capaz de alcançar uma qualidade consistente em suas cervejas e produzi-las durante todo o ano. O sucesso da cerveja era tanto que, em 1896, para se proteger dos inúmeros imitadores, o nome SALVATOR foi protegido como marca registrada pelo escritório de patentes imperial em Berlim. Já em 1921, a PAULANER continuou crescendo e adquiriu três cervejarias regionais altamente respeitadas, incrementando assim sua produção. Pouco depois, em 1928, a cervejaria, então denominada Paulaner-Salvator Brauerei, funde-se com a Gebrüder Thomas Brauerei. Nas décadas seguintes a cerveja PAULANER conquistou posição importante no mercado alemão e começou a ser exportada para outros países.


Em 1986 a PAULANER surpreendeu o mercado com a primeira cerveja de trigo não alcoólica do mundo, a Waitzinger Weisse, que agora é chamada de Hefe-Weißbier Non-Alcoholic. Pouco depois, em 1989, a cervejaria construiu a adega mais profunda do mundo, 22 metros abaixo do solo, e introduziu a primeira cerveja light da marca (40% menos álcool e menos calorias) e a Paulaner Zwillingskasten, uma embalagem de caixinha dupla, muito mais fácil de transportar as garrafas. No ano de 1994, ocorreu a mudança de nome da cervejaria, de Paulaner Salvator Thomasbräu AG para Paulaner Brauerei AG. Em 1998, a empresa lançou um tipo de cerveja único no mercado - tão fresca quanto uma cerveja de trigo, mas com sabor único de centeio: PAULANER ROGGEN. Em 1999 a cervejaria, uma das líderes na Alemanha, adotou o nome de Paulaner GmbH und Co. KG, e suas vendas totais quebram o recorde de dois milhões de hectolitros.


Em 2005, a empresa continuou inovando através de um novo processo de proteção de aroma que resultou na primeira cerveja de trigo não-alcoólica com levedura, que se tornou um verdadeiro sucesso de venda. Tradicional e inovadora a cervejaria PAULANER comemorou em 2009 seu 375º aniversário e lançou outra grande inovação no mercado: Paulaner Hefe-Weißbier Non-Alcoholic (cerveja de trigo à base de levedura Paulaner, sem álcool) - agora com uma receita aprimorada, cheia de vitaminas e com até 60% menos calorias que sucos, bebidas à base de frutas ou leite. Em 2012, a marca lançou a Paulaner Weißbier-Zitrone, uma refrescante cerveja sem álcool de trigo com um toque de limão, especialmente desenvolvida para ser consumida no verão.


Atualmente a PAULANER oferece uma completa linha de cervejas premium, dentre as quais: Hefe-Weißbier, cerveja de trigo, de cor amarelo turvo e não filtrada, é forte, leve, frutada e sutilmente amarga, sendo que nenhum conservante artificial é utilizado em sua produção; Hefe-Weißbier Naturtrüb, cerveja feita de 60% de malte trigo e 40% de cevada, naturalmente turva, que por ser de fácil digestão, na Bavária ficou conhecida como cerveja “breakfast” (café-da-manhã); Hefe-Weißbier Alkoholfrei, versão sem álcool da famosa cerveja de trigo, apresenta um aroma bem agradável de malte, cereais e pão; Hefe-Weißbier Dunkel, cerveja de trigo escura que recebe adição de maltes de trigo torrados (escuros) e que possui fermento ativo na garrafa; Münchner Hell, de cor dourada brilhante, é uma cerveja puro malte de fácil digestão e de aroma equilibrado com notas florais e forte presença de malte, sendo a mais vendida do mundo em seu segmento; Salvator, cerveja clássica consumida durante o jejum da Quaresma pelos antigos monges, apresenta notas de maltes tostado e caramelo, sendo tão forte e nutritiva que vale como refeição; e Weißbier Kristallklar, cerveja de trigo que passa por uma cuidadosa filtragem, preservando assim o sabor das leveduras. A linha também inclui uma cerveja sem álcool que é bastante consumida durante o período de almoço, além de ser muito saborosa, possuir alta quantidade de vitamina B-12 e ter baixo valor energético, sendo menos calórica que um refresco de maçã.


A ligação com Munique 
A PAULANER permanece conectada à suas origens. A mundialmente conhecida Oktoberfest de Munique e a degustação anual da cerveja Salvator com o “Politiker Derblecken”, dos políticos locais, são apenas dois exemplos de como a marca mantém os seus laços com as tradições da bela cidade de Munique. Os laços profundos da cervejaria com Munique são evidentes, especialmente por sua forte presença na Oktoberfest, maior festival do mundo dedicado à cerveja. O icônico logotipo da cabeça do Santo influencia a aparência da Oktoberfest, assim como a famosa torre da PAULANER, extensamente reconhecível por seus 26 metros de altura, com a enorme caneca de cerveja (com uma capacidade estimada de 42.300 litros) girando no topo, um marco da famosa festa por mais de 100 anos.


A cerveja PAULANER OKTOBERFESTBIER (com 6% de teor alcoólico) é servida em três grandes tendas: Paulaner Festzelt Winzerer Fähndl (familiar e vibrante, é também o local de encontro para os fãs do time do Bayern de Munique), Armbrustschützen-Festhalle (atrai aqueles que valorizam um forte senso de tradição - e ainda hoje abriga verdadeiros clubes de tiro) e Käfer’s Wies’n-Schänke (onde desfilam celebridades e come-se muito bem). Essa cerveja, produzida exclusivamente para a festa (são 10 milhões de litros, 1 milhão consumidos no festival e os outros engarrafados para venda), é servida no famoso copo Mass (em alemão Maß), na verdade uma caneca com 1 litro de cerveja. Há também a cerveja Weißbier (de trigo) no Weinzelt (conhecida como tenda de vinho). Mas, muitas barracas menores também servem a mundialmente famosa cerveja de Munique, acompanhada de deliciosos pratos e quitutes da culinária bávara. A PAULANER é uma das seis marcas de cerveja oficiais da Oktoberfest, juntamente com Augustiner, Hacker-Pschorr, Hofbräu, Löwenbräu e Spaten-Franziskaner.


As cervejarias 
As primeiras cervejarias (em estilo restaurante ou pub) da marca foram inauguradas em 1989. Batizada de Paulaner Bräuhaus, a primeira cervejaria foi aberta na Kapuzinerplatz, localizada na zona turística de Munique, com a sua própria estrutura para a produção de cerveja e pratos típicos da região. Ainda este ano novos restaurantes foram inaugurados em Xangai, Cingapura, Cape Town e St. Petersburg. E nos anos seguintes mais 19 unidades foram inauguradas na China e outras na Rússia. Mais recentemente, em 2013, inaugurou sua primeira unidade em Nova York. Atualmente existem 33 Paulaner Bräuhaus, que além das excepcionais cervejas e chopes da marca servem deliciosas comidas típicas alemãs. Tudo com uma decoração aconchegante e um atendimento de primeira.


Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Fundação: 24 de fevereiro de 1634 
● Fundador: Monges do mosteiro de Kloster Neudeck 
● Sede mundial: Munique, Alemanha 
● Proprietário da marca: Paulaner Brauerei GmbH & Co. KG 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Brau Holding International AG) 
● Chairman: Roland Tobias 
● Diretor geral: Heinrich Müller 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Restaurantes/cervejarias: 33 
● Presença global: 80 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 2.000 
● Segmento: Cervejaria 
● Principais produtos: Cervejas 
● Concorrentes diretos: Erdinger, Hoegaarden, Löwenbräu, Hofbräu München, Beck’s, Oettinger, Franziskaner e Bitburger 
● Slogan: Gut, Besser, Paulaner. 
● Website: www.paulaner.com 

A marca no mundo 
Atualmente a marca PAULANER oferece mais de 15 rótulos (tipos) de cervejas, produz mais de 2.5 milhões de hectolitros por ano e comercializa seus produtos em mais de 80 países. Suas cervejas de trigo são líderes de mercado na Alemanha, seu maior mercado seguido pela Itália. A PAULANER é a principal marca da empresa Paulaner Brauerei GmbH & Co. KG (50.1% do capital pertencem ao grupo Brau Holding International, enquanto os outros 49.9% pertencem à holandesa Heineken), também proprietária das marcas de cerveja Hacker-Pschorr, Auerbräu, Thurn und Taxis e Hopf. 

Você sabia? 
Todos as cervejas da PAULANER são elaboradas de acordo com a Lei de Pureza de 1516, a popular Reinheitsgebot, que determina que a cerveja deva conter apenas quatro ingredientes: a cevada, leveduras de cultivo próprio, lúpulo de Hallertau e água pura glacial. 
O tradicional slogan “Gut, Besser, Paulaner” (em inglês “Good, Better, Paulaner”) foi criado em 1964. 
A marca é patrocinadora oficial do time de futebol Bayern de Munique. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek e Exame), portais (UOL e Blog Clube do Malte), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 14/3/2017

2.3.17

BOEHRINGER INGELHEIM


Há mais de 130 anos, a BOEHRINGER INGELHEIM mantém o compromisso com pesquisa, desenvolvimento, fabricação e comercialização de novos medicamentos com alto valor terapêutico para a saúde humana e animal. Tudo para melhorar a vida de seres humanos e animais. 

A história 
Tudo começou com Albert Boehringer, pioneiro da biotecnologia e oriundo de uma família que atuava no setor químico, que comprou uma pequena fábrica na cidade alemã de Ingelheim am Rhein para iniciar a produção de ácidos em escala industrial. No dia 31 de julho de 1885 ele registrou oficialmente a empresa com o nome de Albert Böhringer, chem. Fabrik vom 1. Aug. 1885 ab. Já no ano seguinte, com apenas 28 empregados produzia sobre tudo os tartaratos, produtos utilizados na fabricação de refrigerantes, fermento para padaria, em tinturaria e farmácia. Em 1893, Albert desenvolveu um processo biotecnológico que permitia o aproveitamento de bactérias para a produção de ácido lático em grande escala e assim tornou-se grande fornecedor desta inovação para as indústrias da época que cada vez mais necessitavam do produto. Com isso, a empresa se tornou uma das pioneiras nos processos biotecnológicos em aplicações industriais.


No ano de 1905, em busca de novos mercados no segmento químico, a empresa desenvolveu um processo econômico para a extração de alcalóides como a morfina, cocaína e codeína. As substâncias eram vendidas às farmácias e à então emergente indústria farmacêutica, sendo exportadas também para outros países. Em 1910, ao completar 25 anos, a C.H. Boehringer Sohn (CHBS) já empregava mais de 155 funcionários. Em pouco tempo, a empresa passou a investir no setor farmacêutico, tendo como missão a inovação em medicamentos que proporcionassem a melhoria da saúde e do bem-estar das pessoas. Isto aconteceu em 1912, quando a empresa fabricou seu primeiro medicamento, o Laudanon®, um analgésico baseado em seis alcalóides de ópio. Em 1917 foi criado o departamento de pesquisas por iniciativa do químico e futuro vencedor do Prêmio Nobel de Química, o Professor Heinrich Wieland, um primo de Albert Boehringer. Este departamento seria responsável por todas as atividades de pesquisa e desenvolvimento no setor de ácidos, alcalóides e farmacêuticos da empresa. Após as primeiras pesquisas, começou a produção do ácido biliar e seus derivados, ainda este ano. Em 1923, uma nova fábrica para produção de alcalóides foi estabelecida em Hamburgo-Moorfleet. A partir de 1925, os elementos básicos das drogas, incluindo cafeína, morfina e codeína, são produzidos nesta unidade.


Em 1933, a empresa se expandiu ao iniciar a produção de ácido cítrico a partir de citrato de cálcio para as indústrias alimentícias, de bebidas e tabaco. Após a morte do fundador, no dia 11 de março de 1939, a empresa passou a ser administrada pelos seus filhos Albert e Ernst Boehringer, e pelo genro Julius Liebrecht. Nos anos seguintes, com o início da Segunda Guerra Mundial a produção de ácidos orgânicos (tartárico, lático e cítrico) foi brevemente interrompida. Todavia, as pesquisas continuaram apesar do conflito. Diversos itens químicos e farmacológicos foram introduzidos nesse período e posteriormente após a finalização dos combates. Além disso, neste período, uma nova fábrica foi construída para a produção em grande escala de cafeína sintética, que entrou em produção no dia 15 de novembro de 1942. Foi somente na final da década de 1940, no período do pós-guerra, que a empresa começou a expandir-se ao redor do mundo, instalando sua primeira subsidiária na cidade de Viena na Áustria. Com isso, em 1953, iniciou suas operações na Espanha e no Brasil, neste último inicialmente por meio de um escritório de importação de medicamentos.


Pouco depois, em 1955, a BOEHRINGER INGELHEIM fundou a divisão de saúde animal, após assumir o programa veterinário da Pfizer, ingressando assim em um novo e promissor segmento de mercado. A década seguinte foi marcada por grandes novidades. Primeiro, em 1961, estabeleceu na cidade de Viena o Institute for Pharmaceutical Research focado em virologia e farmacologia. Além disso, ampliou sua presença mundial com a criação de subsidiárias no México e Reino Unido, ambas em 1962. Já em 1969, uma nova unidade de pesquisa foi estabelecida na cidade de Kawanashi no Japão. A década seguinte começou com a inauguração, em 1971, da subsidiária americana em Ridgefield, estado de Connecticut. Pouco depois, em 1972, um dos produtos de maior importância para a empresa se tornar um gigante no segmento, o ácido lático, teve a produção descontinuada. Em 1978, a veterinária médica ganhou enorme importância dentro da empresa com a criação da subsidiária Boehringer Ingelheim Vetmedica, em substituição ao antigo departamento de medicina veterinária. Em 1985, a BOEHRINGER INGELHEIM comemorou seu centenário, empregando 22.254 pessoas e atingindo vendas de aproximadamente €2.31 bilhões. No ano seguinte, o Centro de biotecnologia de Biberach iniciou a produção. Após um pesado investimento, se tornou a maior fábrica da Europa para a produção de produtos biofarmacêuticos a partir de culturas celulares. Após 1991 a empresa passou por reformulações para atender o novo perfil de mercado que surgia. Como parte das atividades de pesquisa e desenvolvimento, a empresa concentrou-se principalmente nas áreas terapêuticas de doenças cardiovasculares, respiratórias, metabólicas, virais, do sistema nervoso central e oncologia.


Nos últimos anos a BOEHRINGER INGELHEIM passou a investir ainda mais no segmento de saúde animal. Um exemplo disso aconteceu em 2012, quando ocorreu a inauguração do Centro Europeu de Investigação Veterinária na cidade de Hanover, que se dedica exclusivamente a pesquisas de doenças de animais de criação. Depois em 2013, quando a área de saúde animal ingressou no mercado de pequenos animais por meio da comercialização de vacinas da linha Duramune®. Todo esse foco culminou em 2016 com um acordo definitivo para trocar os negócios de saúde animal da Sanofi (conhecida como Merial) pelos medicamentos isentos de prescrição da BOEHRINGER INGELHEIM (que incluem marcas como o antiespasmódico Buscopan®, o multivitamínico Pharmaton® e o laxante Dulcolax®). Combinar as carteiras complementares da Merial (que tem três unidades de negócio principais: animais de estimação, animais de fazenda e saúde pública veterinária) e da Boehringer Ingelheim Animal Health (6ª maior empresa de saúde animal do mundo), além das plataformas de tecnologia para antiparasitas, coloca a nova empresa em uma posição mais competitiva nos segmentos de maior crescimento do setor e agrega mais valor e inovação para os clientes no mundo todo. Como empresa farmacêutica orientada à pesquisa, esse negócio melhora, substancialmente, sua posição no mercado futuro de saúde animal, transformando a BOEHRINGER INGELHEIM, provavelmente, em uma das maiores empresas do mundo neste segmento.


A linha do tempo 
1920 
Lançamento do medicamento cardiovascular Cadechol®
1921 
Lançamento do medicamento Lobelin®, após cientistas da empresa conseguirem isolar o alcalóide puro lobelin da planta Lobelia inflata. 
1927 
Lançamento do medicamento para tosse Codyl®
1931 
Lançamento do Sympatol®, desenvolvido para melhorar a circulação e derivado da adrenalina. 
1941 
Lançamento do Aludrin®, um medicamento inovador para o tratamento da asma. Este agente respiratório abriria mais tarde o caminho para os betabloqueadores. 
1949 
Lançamento do Effortil® (para melhorar a circulação), Vascular® (vasodilatador) e Visadron® (colírio). 
1952 
Lançamento do Buscopan®, um agente espasmolítico de origem vegetal utilizado no tratamento de problemas gastrointestinais. O medicamento se tornou um dos mais populares e consumidos do mundo. 
1959 
Lançamento do Persantin®, utilizado no tratamento de doenças coronarianas. 
1960 
Lançamento do Silomat®, utilizado no tratamento da tosse. 
1961 
Lançamento do Alupent®, medicamento que aumenta a competência terapêutica para doenças respiratórias. 
1963 
Lançamento do Bisolvon®, o primeiro agente secreolítico (mucolítico) resultante da própria pesquisa da empresa. 
1966 
Lançamento do Catapresan®, um medicamento anti-hipertensivo com um novo modo de ação. 
1972 
Lançamento do Berotec®, um medicamento respiratório que se tornou um enorme sucesso. 
1975 
Lançamento do Atrovent®, um medicamento usado no tratamento de doenças crônicas do trato respiratório. 
1977 
Lançamento do Asasantin®, um medicamento utilizado no tratamento de trombose e embolismos. 
1979 
Lançamento do Mucosolvan®, medicamento utilizado no tratamento da bronquite. 
Lançamento do Mexitil®, um medicamento usado no tratamento de arritmia cardíaca. 
1987 
Lançamento do Actilyse®, um marco para a história da empresa. Não somente foi o primeiro medicamento para tratamento trombolítico para ataques cardíacos agudos, mas também o primeiro produto desenvolvido pela divisão biofarmacêutica. 
1989 
Lançamento de Alveofact®, indicado para síndrome de dificuldade respiratória em recém-nascidos. 
1996 
Lançamento do Alna®/Flomax®, medicamento utilizado no tratamento da hiperplasia prostática benigna. 
Lançamento do medicamento anti-reumático Mobic®
1997 
Lançamento do Viramune®, desenvolvido para reduzir o risco de transferência de vírus HIV em mulheres grávidas para seus filhos recém-nascidos. 
Lançamento no Brasil do polivitamínico com Ginseng Pharmaton®
1999 
Lançamento do Micardis®, medicamento utilizado no tratamento da hipertensão. 
2002 
Lançamento do Spiriva®, para o tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). 
2011 
● O Pradaxa® se tornou a primeira droga em 50 anos a obter aprovação para a prevenção do AVC na fibrilhação auricular na Europa. 
2013 
Aprovação do Griotrif®, medicamento com indicação para câncer de pulmão de não pequenas células. 
2014 
Lançamento do Jardiance®, primeiro medicamento da sua classe para diabetes tipo 2. 
Lançamento do Ofev®, primeiro medicamento aprovado no Brasil para Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI). 
2015 
Lançamento do Spiolto Respimat®/Stiolto Respimat®, com indicação para asma.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Em 1893, o primeiro logotipo da empresa foi registrado: as letras CHBS entrelaçadas dentro de uma forma oval com a inscrição C.H. Boehringer Sohn, nome que a empresa havia adotado neste ano. Em 1905, pela primeira vez, o logotipo exibe a imagem do palácio imperial de Charlemagne. No ano de 1924 foi adotado um novo logotipo com o palácio imperial totalmente estilizado. Em 1962 o logotipo passou a conter a palavra Boehringer e adotou a cor azul. A atual identidade visual da empresa foi adotada em 1997.


Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Fundação: 31 de julho de 1885 
● Fundador: Albert Boehringer 
● Sede mundial: Ingelheim am Rhein, Alemanha 
● Proprietário da marca: Boehringer Ingelheim GmbH 
● Capital aberto: Não 
● Chairman & CEO: Hubertus von Baumbach 
● Faturamento: €14.8 bilhões (2015/2016) 
● Lucro: €2.3 bilhões (2015/2016) 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 50.000 
● Segmento: Farmacêutico 
● Principais produtos: Medicamentos e vacinas para saúde humana e animal 
● Concorrentes diretos: Pfizer, Eli Lilly, Bayer, Novartis, Merck, Roche e GlaxoSmithKline 
● Slogan: Value through Innovation. 

A marca no mundo 
Hoje em dia a BOEHRINGER INGELHEIM, uma das 20 principais empresas farmacêuticas do mundo, opera globalmente com 145 afiliadas e mais de 50.000 funcionários, comercializando seus produtos em mais de 120 países. A empresa alemã atua nos segmentos de saúde humana (doenças respiratórias, metabolismo, imunologia, oncologia e doenças do sistema nervoso central) e saúde animal (sob a divisão Boehringer Ingelheim Animal Health, líder mundial em vacinas para porcos e que detém posição relevante nas vacinas para animais de estimação e gado, bem como em especialidades farmacêuticas veterinárias). A empresa possui cinco instalações de pesquisa e desenvolvimento localizadas em Biberach (Alemanha), Ridgefield (Connecticut), Viena, Kobe e Milão, além de 20 plantas de produção em 13 países. Mais de 8.000 funcionários trabalham no setor de pesquisa e desenvolvimento, no qual a empresa investe 20% do faturamento anualmente. 

Você sabia? 
Um dos elementos mais importantes da cultura empresarial da BOEHRINGER INGELHEIM é a responsabilidade social - incluindo o envolvimento em projetos sociais, como o Making more Health (Mais Saúde), em parceria com a ONG Ashoka, que busca modelos inovadores que estão transformando a área da saúde no sentido de melhorar de forma sustentável o bem estar de pessoas, famílias e comunidades. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão e Folha), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 2/3/2017

14.2.17

IFOOD


Pedir comida pelo telefone é coisa do passado. Depois do iFood, não é preciso depender de imãs de geladeira e toneladas de panfletos para encontrar o que pedir. Pode também dispensar o telefone e esquecer as filas de espera intermináveis até receber a comida. Um hambúrguer? Um filé com fritas? Talvez algo saudável, como um sanduíche natural? Ou quem sabe uma pizza? O iFood veio para deixar seu prato preferido a um clique de distância. 

A história 
Tudo começou com os sócios Patrick Sigrist, Eduardo Baer, Guilherme Bonifácio e Felipe Fioravante. Sigrist era proprietário da Disk Cook, que desde 1997 oferecia toda a estrutura de delivery a restaurantes que não tinham o serviço. Era uma central telefônica que gerenciava pedidos de entregas de refeições em domicílio para restaurantes de alto padrão. O empresário percebeu que seu modelo de negócio poderia funcionar muito melhor caso o telefone fosse substituído pela internet. No dia 15 de maio de 2011, ele e seus sócios resolveram criar em São Paulo o iFood, inicialmente um site que nascia com a ambição de se tornar uma grande praça de alimentação online. Com apenas seis meses de vida, o site já reunia o cardápio de 650 restaurantes e contabilizava mais de 16 mil pedidos realizados pela web. Para que o delivery fosse bem sucedido na internet, o iFood demandou uma inovação tecnológica. Depois que o consumidor escolhia um item do cardápio e fechava a conta pelo site, a descrição do pedido saía em um tíquete impresso no restaurante por uma máquina semelhante às usadas nas operações de cartão de crédito.


Pouco depois, a confiabilidade do sistema ajudou a empresa a conseguir um aporte de R$ 3.1 milhões do fundo de venture capital Warehouse. Isto permitiu que o iFood disputasse clientes com um concorrente de peso: o Restaurante Web. O iFood começou a ganhar visibilidade em 2012 quando lançou um aplicativo para iPhone focado no mercado de delivery. O aplicativo permitia o acesso ao sistema de pedido, cardápios, preços, formas de pagamentos, inclusive a geolocalização, que mapeia os estabelecimentos localizados na área de entrega desejada. Com o aplicativo, que também seria lançado para outros sistemas operacionais como Android, o iFood oferecia uma solução completa e inovadora de entrega de comida para o consumidor. O aplicativo trazia uma enorme vantagem ao público, considerando que ele dispensa o uso do computador para pedir a comida e ia ao encontro de uma tendência que vinha ganhando cada vez mais força: mobilidade e praticidade, a frequente utilização de smartphones para a realização dos mais diversos tipos de tarefas.


O aplicativo de delivery de comida ganhou impulso em 2013 ao receber um aporte de US$ 5.25 milhões da Movile – empresa líder em plataformas de comércio e conteúdo virtual na América Latina, que aumentaria sua participação ao longo do tempo. Com isso o serviço foi expandido para outras várias cidades brasileiras. Em seguida, o iFood acelerou seu crescimento por meio da fusão com diversos sites similares, como por exemplo, o Restaurante Web (controlado pela britânica Just Eat). Isso garantiu que o iFood consolidasse sua liderança no mercado brasileiro. Em 2014, o iFood anunciou a compra da Central do Delivery, cuja aquisição ampliou sua atuação nas regiões norte e nordeste do país. Ao todo, foram incorporados 260 novos estabelecimentos ao iFood, fortalecendo a base nas capitais Recife (PE) e Belo Horizonte (MG), além de iniciar atuação em novas praças, como João Pessoa (PB), Campina Grande (PB) e Manaus (AM). E a fome do iFood parece ser igual ao de seus clientes. Isto porque, em 2016, um de seus maiores concorrentes a HelloFood, passou a ser controlado pelo iFood.


Mais recentemente o iFood iniciou sua operação no México. Após levantar US$ 100 milhões com investidores, a empresa adquiriu 49% do serviço mexicano de delivery de comida SinDelantal, dando o primeiro passo para o processo de internacionalização de seus negócios. A compra foi feita em parceria com a empresa britânica Just Eat – uma das principais investidoras do iFood, ao lado da brasileira Movile, que detém 60% da empresa. Na prática, a operação do serviço no México ficará sob a responsabilidade da equipe do iFood que, por enquanto, não pretende lançar sua marca no novo mercado. O iFood também considera expandir a operação do serviço para outros países da América Latina nos próximos anos, e já iniciou operação na Argentina e Colômbia. Além disso, a marca vem desenvolvendo novo serviços (alguns deles ainda em teste) como o iFood Office, uma nova maneira para almoçar no trabalho, com tempo e entrega pré-determinada; e o Descobrir, onde os usuários podem encontrar listas de restaurantes de acordo com ocasiões e preços. Há promoções, dicas além do bairro, para quem tem pressa. Os clientes também podem criar suas listas privadas e gravar restaurantes favoritos.


Nos últimos anos, com o aumento da concorrência, o iFood não pretendia perder o primeiro lugar facilmente. Além das inúmeras aquisições, inclusive de grandes concorrentes, a marca resolveu investir pesado em marketing a partir de 2014. Com isso iniciou campanhas publicitárias recheados de humor e estreladas pelo humorista Fábio Porchat, as irmãs Bela e Preta Gil e o cantor Maurício Manieri. Por isso, para qualquer lugar, hora, bolso ou gosto. iFood é pra qualquer fome.


Os slogans 
Para qualquer fome. (2016) 
Baixou, pediu, comeu. (2014) 
Seu novo jeito de pedir comida. 
O delivery dos deliveries.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 15 de maio de 2011 
● Fundador: Patrick Sigrist, Eduardo Baer, Guilherme Bonifácio e Felipe Fioravante 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: iFood S.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Just Eat e Movile) 
● CEO: Felipe Fioravante 
● Faturamento: R$ 200 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 4 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 500 
● Segmento: Tecnologia 
● Principais produtos: Plataforma web e mobile de delivery de comida 
● Concorrentes diretos: Pedidos Já e UberEats 
● Slogan: Para qualquer fome. 
● Website: www.ifood.com.br 

A marca no mundo 
Hoje, o aplicativo está presente em 150 cidades de 15 estados brasileiros, conta com mais de 15 mil restaurantes cadastrados, mais de 2 milhões de usuários ativos e processa 3 milhões de pedidos ao mês, gerando um valor transacionado anual de R$ 2 bilhões aos restaurantes. A cada 1 segundo, o iFood entrega um novo prato. Com isso, domina 80% do mercado brasileiro neste segmento. O iFood ainda está presente na Argentina, Colômbia e México, realizando aproximadamente 200 mil pedidos por mês com 4.000 restaurantes cadastrados. O modelo de negócios do serviço é baseado na cobrança de uma comissão de 12% sobre o valor de cada pedido de usuários aos restaurantes credenciados. 

Você sabia? 
O iFood faz mais de 150 mil pessoas felizes por dia. Nem no maior restaurante do mundo daria para atender, saciar e ainda garantir a satisfação de tantos clientes. 
É básico: o iFood deseja que a comida chegue sempre deliciosa. Por isso dedica pesquisas também a novos modelos de embalagem para cada tipo e temperatura de prato. 
O aplicativo para celular iFood é o mais usado na categoria de apps delivery no Brasil e vem conquistando cada vez mais usuários e restaurantes parceiros. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico, Meio Mensagem, Folha, O Globo e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 14/2/2017

8.2.17

JAMIE'S ITALIAN


Uma equipe gentil e dedicada que cuida dos clientes enquanto se deliciam com uma comida italiana rústica e deliciosa, preparada com ingredientes escolhidos a dedo. Ambiente aconchegante, comida saudável, acessível, sustentável e fresca com a assinatura do renomado chef inglês e pop star gastronômico Jamie Oliver. Bem-Vindo ao JAMIE’S ITALIAN. 

A história 
James Trevor Oliver (foto abaixo) nasceu em 27 de maio de 1975 em Clavering, uma pequena vila situada no noroeste de Essex, na Inglaterra. Seus pais, Trevor e Sally, eram proprietários de um pub, típico bar inglês, chamado The Cricketers. Com 16 anos ingressou na escola de culinária de Westminster e começou a trabalhar com o chefe londrino Gennaro Contaldo, o qual considera seu mentor na culinária. Sua primeira aparição na televisão foi em 1996, quando foi descoberto por uma produtora enquanto trabalhava para o reconhecido restaurante londrino River Café. Rapidamente se posicionou como um dos chefs mais populares da televisão britânica, principalmente pelo programa The Naked Chef, no qual desmistificava técnicas culinárias. O público adorava sua “boa pinta”, sua atitude de garoto descolado e suas receitas fáceis, criativas e de influência europeia, especialmente italiana. Em seus anos de fama, acumulou uma fortuna de milhões de euros procedente de vendas de livros de cozinha, programas de televisão, linhas de produtos para o lar e contratos publicitários. Em 2003, ele foi condecorado pela rainha da Inglaterra por seus serviços à indústria gastronômica.


No dia 21 de junho de 2008, ele resolveu compartilhar sua enorme paixão pelo estilo de vida e culinária italiana, e juntamente com Gennaro Contaldo, inaugurou a primeira unidade do restaurante JAMIE’S ITALIAN na cidade inglesa de Oxford. O novo restaurante oferecia comida excepcional inspirada na rica culinária italiana (como antepastos, pizzas, bruschettas e massas), em um ambiente descontraído e com serviço simpático e acolhedor. Conhecido por usar apenas ingredientes de alta qualidade, que promovem o bem-estar, Jamie Oliver fez questão de apresentar um cardápio autêntico, onde todas as receitas eram experimentadas e testadas com o objetivo de se criar pratos fantásticos. O sucesso foi tanto, comumente com fila na parte externa, que nos anos seguintes a rede inaugurou outras unidades por diversas cidades inglesas.


Em 2011, a marca iniciou sua expansão internacional com a inauguração de um restaurante nos Emirados Árabes Unidos (em Dubai), seguido por unidades na Austrália, China e Singapura. No mês de novembro de 2014, a marca inovou ao inaugurar uma unidade dentro do navio de cruzeiro Quantum of the Seas, da Royal Caribbean. No final de março de 2015 a JAMIE’S ITALIAN inaugurou sua primeira unidade no Brasil, no bairro do Itaim, em São Paulo, cujo cardápio é formado por pratos simples, com foco em ingredientes locais (como por exemplo, picanha e sorvete de cacau nacional) e um destaque para a sustentabilidade. Como nos demais restaurantes da rede, a unidade também ganhou design único, incorporando a personalidade da cidade, criando um ambiente em que o foco é uma comida excepcional, boa companhia e convívio descontraído na “mesa italiana”. O espaço chama a atenção pelas paredes de vidro e madeira de demolição no piso. Ainda este ano, a rede inaugurou seu primeiro restaurante na América do Norte, na cidade de Toronto. No ano seguinte a rede inaugurou sua segunda unidade em solo brasileiro, localizada na cidade de Campinas, com direito a salão aberto, bar (batizado de Jamie’s Bar), estação de massas e área de antepasto (reservada para o preparo de entradas, saladas e sobremesas).


Todos os ingredientes no cardápio do JAMIE’S ITALIAN são selecionados e seguem à risca o padrão da rede no mundo, com aprovação e homologação dos fornecedores. Entre os produtos importados estão farinhas italianas, geleia de pimenta, azeitona preta de Gaeta, presunto italiano San Daniele, carnes curadas e alguns pães. Além de pizzas e massas (como o papardelle com ragu de porco), o cardápio da rede oferece carnes, peixes, deliciosos hambúrgueres, vinhos e as tradicionais sodas italianas. Um dos ícones da rede são os antepastos, como por exemplo, nachos italianos (raviolis crocantes de quatro queijos com molho arrabbiata), bruschettas, lula crocante (frita, com pimenta dedo-de-moça, alho crocante, salsinha e maionese), salada caprese (tomates assados, mozzarella de búfala e manjericão) e a famosa tábua de antepasto (prosciutto, abobrinha frita, crostini de ricota e tomate, bocconcini, carta di musica crocante com queijo pecorino e geleia de pimenta, beterrabas assadas ao balsâmico, picles e azeitonas). À medida que a rede cresce, seu cardápio e conceito evoluem constantemente com criatividade. Além disso, toda a equipe de qualquer unidade é treinada para ter um conhecimento profundo sobre todos os pratos que são servidos – a origem de cada um, como eles foram criados e cozidos, além das personalidades e histórias por trás de todos eles.


Dados corporativos 
● Origem: Inglaterra 
● Fundação: 21 de junho de 2008 
● Fundador: Jamie Oliver e Gennaro Contaldo 
● Sede mundial: Londres, Inglaterra 
● Proprietário da marca: Jamie Oliver Enterprises Limited 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Simon Blagden 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 78 
● Presença global: 19 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 7.800 
● Segmento: Restaurantes casuais 
● Principais produtos: Massas, antepastos, pizzas e bebidas 
● Concorrentes diretos: Prezzo, Bella Italia, Carluccio’s e Olive Garden 

A marca no mundo 
Atualmente a rede de restaurantes casuais JAMIE’S ITALIAN possui mais de 75 unidades (sendo mais de 40 delas no Reino Unido) espalhadas por 19 países, incluindo Canadá, Brasil, Austrália, Emirados Árabes Unidos e China. 

Você sabia? 
Para ser fornecedor da rede, todos os produtos precisam ter uma ficha técnica com o controle de qualidade e de origem de cada produto, que permitem um rastreamento completo de cada ingrediente utilizado. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (BusinessWeek, Época Negócios, Veja e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), portais (Terra e UOL), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 8/2/2017

31.1.17

LE LIS BLANC


Apesar do pomposo nome francês, a Le Lis Blanc é genuinamente brasileira. Em quase três décadas, não somente se tornou referência nacional em termos de sofisticação, estilo e qualidade em moda feminina, como expandiu seu conceito para moda masculina e infantil, cosméticos e até objetos de decoração. 

A história 
Tudo começou em 1982 quando a Restoque Comércio de Roupas Ltda. foi fundada na cidade de São Paulo como um outlet de marcas famosas (com o nome de Estoque) por Rahyja Calixto Afrange (que comprava e revendia roupas) e Waltraut Guida (uma ex-balconista), mas ambas com vasta experiência nesse setor. Em 1988, Waltraut, responsável pela parte de estilo e desenvolvimento de produtos, e Rahyja, responsável pela área comercial, resolveram criar a marca Le Lis Blanc Deux (inicialmente batizada assim) com o objetivo de desenvolver um negócio de moda feminina direcionada ao público de alto padrão aquisitivo. As duas já começaram arriscando com uma loja no sofisticado Shopping Iguatemi, em São Paulo. Não demorou muito para o pequeno ponto (apenas 46 m²), localizado no último andar de um dos maiores e mais badalados shoppings da cidade, ficar cheio e chamar a atenção do público feminino.


Rapidamente a marca conquistou uma clientela formada por mulheres com alto poder aquisitivo, de diferentes faixas etárias, que procuravam produtos elegantes e femininos, inspirados nas últimas tendências internacionais. Cinco anos depois, em 1993, como fruto da boa aceitação dos produtos da Le Lis Blanc, a empresa inaugurou três novas lojas, localizadas em áreas nobres na cidade de São Paulo, expandindo a sua área total de vendas para 466 m². Sua expansão para os demais estados deu-se também rapidamente, a partir de 1997, iniciando por Curitiba no Paraná e no ano seguinte, inaugurando uma loja licenciada em Fortaleza.


Em 2001 a Le Lis Blanc passou também a vender seus produtos a selecionadas lojas varejistas multimarcas, localizadas em cidades que apresentavam população com alto poder aquisitivo. Essas lojas multimarcas não recebiam o direito de exploração da marca Le Lis Blanc, mas adquiriam seus produtos para revendê-los. Ainda este ano, atenta às movimentações globais do mundo da moda, onde grandes grifes têm um perfume exclusivo para ambientes, a marca investiu na criação de sua linha própria: a Le Lis Aromas. O portfólio da linha era composto inicialmente pelo aroma Alecrim (em 2009 seria lançado o Âmbar) que surgiu da necessidade de criar uma identidade única e diferenciada para suas lojas. Algo como uma lembrança olfativa da marca. Atualmente essa linha é vendida em home spray, kit difusor, velas aromatizantes, sabonete líquido e água para perfumar roupas. Pouco depois, em 2003, lançou sua própria revista com o objetivo de consolidar a marca, reforçar a fidelidade de seus clientes e transmitir ao seu público-alvo as tendências de moda e de estilo de vida associadas à marca Le Lis Blanc. No ano seguinte, a marca inaugurou sua loja âncora no Shopping Iguatemi, um espaço de 500 m² com atmosfera diferenciada e uma arquitetura atraente e acolhedora.


No ano de 2005, inaugurou a primeira loja exclusiva da Linha Casa (conhecida como Le Lis Blanc Casa), visando assim a diversificação da linha de produtos, ampliar o conceito premium e reforçar a associação da marca com um estilo de vida desejado e sofisticado, também dentro de casa. A nova marca oferecia móveis, tapetes, lustres, porcelanas, vasos, copos, almofadas, talheres, cristais, artigos de cama, mesa e decoração. Além disso, inaugurou lojas licenciadas em diversas cidades do país, ampliando assim sua atuação geográfica. Em 2007, o fundo de investimento Artesia adquiriu a marca Le Lis Blanc. Logo depois, em 2008, a empresa realizou a sua abertura de capital (IPO, em inglês) na Bolsa de Valores e utilizou os recursos principalmente para expandir sua base de lojas próprias, recomprar lojas licenciadas e iniciar o processo de expansão de marcas. Com isso, ainda esse ano, a Le Lis Blanc adquiriu a Bo.Bô (abreviação de Bourgeois Bohême), uma marca feminina criada em 2006 pelas estilistas Flávia Viacava e Carla Di Palma e focada em mulheres jovens, de alto poder aquisitivo e que têm estilo próprio, independente de tendências. A Le Lis Blanc possuía, no início deste ano, 11 lojas próprias, finalizando com 33 lojas. Não demorou muito para a empresa voltar a usar seu nome antigo (Restoque), com a Le Lis Blanc se tornando apenas uma marca.


Em 2009 a novidade foi o lançamento de uma linha feminina de roupas, sapatos e acessórios infantis (Le Lis Petit), direcionada para crianças de 2 a 10 anos. Já a linha masculina infantil é batizada de Noir, Petit. Outra grande novidade foi o lançamento da Água de Colônia 21 em comemoração aos 21 anos da marca. Em abril de 2012 a marca expandiu seu segmento de atuação com o lançamento da Noir, Le Lis, especializada em moda masculina. A nova marca surgiu do pedido de clientes da Le Lis Blanc, dos shoppings centers e do próprio mercado de moda masculina, que exigia renovação. Focando homens clássicos, mas de estilo mais contemporâneo, a nova marca oferecia roupas para trabalhar, para ficar em casa, viajar e sair no fim de semana. Para estampar sua primeira campanha publicitária, a marca escolheu o ator americano Matthew McConaughey. Além disso, esse ano foi lançado no mercado a linha de cosméticos e produtos de beleza Le Lis Beauté, que engloba itens de maquiagem e bem-estar. Outra novidade deste ano foi a aquisição da Rosa Chá, marca focada na moda praia. A Le Lis Blanc fechou este ano com mais de 80 lojas espalhadas pelo país.


No final de 2014, mais uma grande jogada de mercado: a empresa adquiriu a Dudalina, fundada em 1957 e focada na produção e comercialização de camisas. No decorrer de todos esses anos a Le Lis Blanc construiu uma imagem premium através do glamour de suas campanhas publicitárias com astros de Hollywood e belas modelos (como Kendall Jenner, Penélope Cruz, Lindsay Ellingson, Jerry Hall e Georgia May Jagger) ou flashes de colunas sociais que tomam conta dos coquetéis de inaugurações de suas lojas. Com atendimento diferenciado, acabamento impecável e posicionamento premium, a Le Lis Blanc possui equipes de estilistas divididas por produtos, atualizando suas coleções de acordo com as tendências da moda, sempre respeitando as preferências da mulher brasileira. A marca conta ainda com artigos de decoração para casa e acessórios. Cada uma de suas coleções chega a três mil itens diferentes. No segmento feminino, a marca é conhecida por ser capaz de atender todas as necessidades da mulher, do dia a dia à roupa de festa.


O nome e a evolução visual 
A grife brasileira tem nome francês, cujo significado é “O lírio branco”, demonstrando desde o princípio a inocência, delicadeza, sofisticação, feminilidade que envolve a marca. A pronúncia causa confusão porque, em francês, algumas letras finais são omitidas. Nesse caso, porém, o “s” de Lis é pronunciado normalmente. O correto, assim, é falar Le Lis Blã. Já em relação à identidade visual as mudanças foram poucas. As principais delas aconteceram mais recentemente com a retirada da palavra “deux” do nome e do lírio, um símbolo da marca (que ainda é utilizado ocasionalmente).


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1988 
● Criador: Waltraut Guida e Rahyja Afrange 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Restoque Comércio e Confecções de Roupas S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Marcelo Moojen Epperlein 
● Faturamento: R$ 420 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 99 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Moda 
● Principais produtos: Roupas, calçados, bolsas, acessórios e objetos de decoração 
● Concorrentes diretos: Zara, Les Filós, Animale, Farm, Brooksfield Donna, Arezzo, Letage e Mob 
● Website: www.lelis.com.br 

A marca no Brasil 
Hoje em dia somente a marca Le Lis Blanc conta com 95 lojas próprias em 18 estados brasileiros. A marca inda possui 3 lojas da Le Lis Blanc Casa e uma da Noir, Le Lis. A Le Lis Blanc, que fatura aproximadamente R$ 420 milhões por ano, pertence à Restoque, detentora de marcas como Bo.Bô, John John, Rosa Chá e Dudalina. Além disso, o Grupo tem 5 unidades fabris nos Estados de Santa Catarina e Paraná e dois centros de distribuição nos Estados de São Paulo e Santa Catarina. 

Você sabia? 
Em 1996, a Le Lis Blanc foi a primeira marca de moda do mercado brasileiro a inserir manequins com cabelo e rosto e vitrines com cenário. 
Todas as unidades possuem um layout semelhante, com os produtos selecionados por tema e cor, além de ocasiões de uso. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico, Estadão e Folha), portais (UOL), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 31/1/2017